5/20/2007

Propaganda e a Elite



Depois da nova Lei da "cidade limpa", as empresas ficaram com suas ferramentas comerciais reduzidas para a atração de seus prospects, ou seja, agora não contam mais com suas gigantescas placas na frente de seus estabelecimentos.
Não subestimamos a atitude do governo perante a essa nova lei, pois querendo ou não, a propaganda exalta a cabeça do consumidor com muitas informações ao mesmo tempo e a sociedade não é obrigada e conviver com essa explosão de resultados da criatividade humana. Porém, é uma lei e deve ser cumprida, os subordinados são obrigados a manter esse conceito, só a ELITE do país pode quebrar as regras do governo, paradigmas da sociedade e como sempre ter o poder sobre a economia do país. É o caso do Gigantesco Relógio do Itaú no conjunto nacional, ele continua lá, a influência na cultura da sociedade, começa em alguns fatores, que passam despercebidos pela grande massa da população. Alguém já ouviu, leu ou assistiu alguma reportagem denigrindo a imagem dos bancos influentes do Brasil? Não.
Agora é a hora de agir com criatividade e estratégia, aqueles que não são da Elite, aqueles que tem que trabalhar e produzir em pró dos interesses do governo e da ELITE.
Uma boa estratégia agora, é mudar a estrutura, a decoração e a arquitetura do estabelecimento comercial ou até mesmo da própria sede industrial, da fábrica, das filiais. Chamar a atenção do consumidor. Manter o status da marca é essencial, e fazer com que sua marca tenha visibilidade no mercado, se torne nome de alto status e conquiste novos nichos, é a tendência.

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