4/07/2009

Desabafo para o varejo.

A escolha para suprir as nossas primeiras necessidades, assim como fazer a compra semanal de produtos que precisamos no nosso dia-a-dia, é uma escolha em que muitas vezes não avaliamos quais são os critérios e os porquês de estarmos acostumados em comprar em um determinado supermercado, seja por preço, pela localidade, atendimento, qualidade. Muitos consumidores não levam isso em conta, mas sim apenas comprar por conveniência, e não escolhem o mercado ou supermercado como se escolhesse um candidato político, em que avaliamos seu histórico, seu grau de relacionamento, sua credibilidade e tudo mais.

Acho que já podemos começar a avaliar tais critérios de um bom supermercado como se fossemos escolher para quem daremos nossos votos, ou na verdade, nosso dinheiro e nossa fidelidade, seja semanal, mensal, anual de compras dos nossos produtos. Se encararmos o consumo como ato político, começando por avaliar o atendimento, o relacionamento, as estratégias de marketing e principalmente o respeito que muitos mercados hoje acabam esquecendo, podemos exigir um pouquinho mais de muitas redes. Aí sim, como na “democracia”, os “supermarchés” poderão prometer mais do que preços baixos e conveniência.

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