5/18/2009

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Países emergentes como China, Índia e Brasil tem crescimento contínuo de publicidade em jornais.

A explosão dos problemas financeiros no mercado econômico mundial afeta os países mais ricos em relação aos seus newspapers. Jornais de primeiro mundo como The New York Times e Los Angeles Times, tiverem breves quedas em suas tiragens e consideráveis em seus anúncios de publicidade, que se deve pela tendência da informação prática da Internet e pelas mudanças nos canais de comunicação dos anunciantes. Disse mesmo no ano passado o presidente do mais poderoso jornal do mundo (Arthur Sulzberger Jr.) “Não sei se continuaremos imprimindo o The New York Times em cinco anos”.

Enquanto isso, nos países emergentes a situação é completamente reversa. Ocorre competição das empresas pelas páginas nobres dos jornais, com crescimento de anúncios, tiragens e interesse pelos leitores da classe C e D, os jornais estão focando seus esforços principalmente para a segmentação rumo a essa oportunidade. Jornais como o sueco Metro International e o português Cofina, são direcionados para a distribuição gratuita, aproveitando o nível de segmentação e a praticidade de informação. Metro News, Destak, Metro são fontes de informação com formato de tablóide, onde possuem grandes anúncios, poucas informações, em que possam ser lidos em 20 minutos, no caminho para o trabalho ou no transito.

E a tendência nos emergentes para os newspapers é positiva, enquanto houver o crescimento de anúncios, segmentação e de leitores, mesmo sendo das classes C e D, a Internet terá que esperar um pouquinho para tomar parte da funcionalidade dos Jornais.

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