10/22/2009

Chega de cartel na telefonia fixa !

Não é novidade para ninguém que nós, brasileiros comunicativos adoramos telefonar. Seja fixo ou celular, somos consumidores em potencial para empresas do mercado interno e externo também.

Marcas odiadas por muitos em telefonia fixa, seja pela falta de estrutura para atender a demanda, ou pela falta de opções, no Brasil, temos exemplos das que lideram em reclamações em grandes metrópoles como Rio de Janeiro e São Paulo: OI e Telefonica. Pois elas que se preparem!

O que eu idolatro entre os serviços oferecidos no mercado brasileiro, é o leque de opções para os consumidores, fazendo com que as empresas inovem em seus produtos e serviços, tornem seus preços competitivos, e claro, resultam em benefícios para o cliente.

A TelComp, Associação Brasileira das Prestadoras de Serviços de Telecomunicações Competitivas, ressalta que a compra da GVT pela Vivendi, empresa francesa de grande porte, com receitas anuais de US$ 37 bilhões e ampla experiência em banda larga, celular e TV paga, pode agitar os mercados convergentes das telecomunicações no Brasil.

De acordo com Luis Cuza, presidente-executivo da entidade, "não há como negar que a chegada da Vivendi ao Brasil a partir da compra da GVT, uma empresa de sucesso, com ofertas de serviços inovadores, de alta qualidade e com preços acessíveis, traria desconforto para a Telefônica e a Oi. Seguramente, estas empresas teriam que começar a se preocupar com a qualidade e preços de seus serviços em muitos outros mercados, já que a Vivendi teria suficiente fôlego financeiro para contestar a posição dominante delas."

Na visão da associação, a oferta hostil feita pela Telefônica para compra da GVT foi a maneira encontrada pela operadora de defender sua posição de domínio nos mercados em que atua, especialmente porque a operadora vem sendo muito cobrada pelo alto custo e pela baixa qualidade de seus serviços. "Mais do que nunca a entrada de um operador forte, com ofertas atrativas ao consumidor, tem alta probabilidade de abocanhar clientes da Telefônica", destaca Cuza.

Agora é esperar pra ver, ou melhor: esperar para poder falar mais por menos e ser melhor atendido quando a sua banda larga cair junto com a da cidade inteira.

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