1/21/2009

Disney com a fórmula para fazer dinheiro.

No ultimo semestre de 2008 li o livro “Nos bastidores da Disney” de TOM CONNELLAN, que mostra um lado que muita gente não vê, no maravilhoso mundo encantado que é a Disney World. Tendo que eles, dês de que se dão por fascinantes encantadores do público, dos visitantes, dos consumidores e dos apreciadores, seja por meio do Rato atrapalhado Mickey Mouse ou pela Alice no país das maravilhas, com suas encantadoras histórias confundindo sonhos e realidades, sempre levando um conceito esplendido no trabalho feito pela marca. E para manter esse conceito da marca, uma sinergia imensa prevalece entre todos na empresa. E não são um ou dois funcionários que pensam diferentes, pois trabalhar na “marca encantada”, é uma filosofia que deve ser vivenciada dês da diretoria até um animador de filas que trabalha no parque. E pode ter certeza, é assim que a Disney trabalha e isso faz a diferença.
Não vamos nem comentar o quanto a Disney já faturou com produtos vendidos pelos seus filmes e personagens. Mais que a marca continua trabalhando como uma fábrica de dinheiro, isso sim, ela continua aproveitando as oportunidades, como reduzindo custos e focando em novos produtos para aumentar o lucro frente a força da marca.


Agora com o sucesso do High School Musical, a marca vem aproveitando a visibilidade do negócio no Brasil e no resto do mundo. Com Herbert Greco, Diretor de Marketing da Disney, que já licenciou cerca de 200 produtos. O país está entre os cinco maiores mercados do HSM no mundo (vale lembrar que o filme está em cartaz em 35 países).
Até uma empresa de eventos (Regina festas) que já tem parceria com a Disney a mais de 15 anos, vai aproveitar o sucesso do HSM para acrescentar R$1,5 milhão ao seu faturamento.
Vale ressaltar que o sucesso não se mantém durante a época de exibição do filme, mais com o decorrer dos trabalhos de visibilidade sobre o HSM, ele continua forte o ano todo executando campanhas e ações voltadas para o filme.
O custo da produção do filme foi de US$33 milhões de dólares, sendo US$5 mi, o cachê do protagonista Zac.
US$ 2,7 bilhões é quanto a Disney vai faturar com produtos licenciados no mundo inteiro.
O segredo do filme, continua levando em consideração a postura dos personagens, que diferente do Grease, musical de 1978 estrelado por Olívia Newton-John e John Travolta, que apareciam fumando e enchendo a cara de bebidas alcoólicas, nesse filme, nem se vê direito um beijo entre os protagonistas. Mais esse é o segredo, encantar e trazer para o público o mundo encantado de uma forma diferente.
Fonte:
Mercado Competitivo
Isto é Dinheiro

1/20/2009

AUGUSTA ABAIXO


Todo mundo sabe que o bairro dos Jardins é incrível, tem tudo quanto é loja, restaurantes para todos os gostos e blá, blá, blá... Mas o fundamento master veio mesmo por conta da velha e boa rua Augusta com direito a 120 km por hora, minisaia, Jovem Guarda, loucurinhas dos anos 60 e tudo mais.

Então justiça seja feita, pois depois que os visionários (acho essa palavra incrível...rs) amigos sócios do clube Vegas abriram sua casa ali na parte da Augusta que vai da Paulista até a Praça Roosevelt, o sol voltou a brilhar um pouquinho para moradores e tem se refletido no comércio local.

O ranço de Red Light Zone tupiniquim começou a se dissipar, não totalmente porque senão perde a graça. Ou vai me dizer que você não adora ver as meninas de biquíni e os neons dos inferninhos piscando, hein, hein?

As ruas em volta também ajudam no novo cenário com dezenas de novos prédios sendo construídos e que devem atrair ainda mais estudantes, jovens e recém-casados.

O Shopping Frei Caneca, onde acaba de rolar o inverno 2009 da Casa de Criadores, além de dar uma levantada na moral da vizinhança, ainda faz parte do batalhão de academias, cinemas, lanchonetes, lojas, clubes e bares, que prestam serviço pro povo que está se jogando em direção ao Centro da cidade.

Dá pra se perder uma tarde fuçando por exemplo, a Compact Blue que fica pertinho do Center 3 e que tem no seu catálogo cerca de 30.000 CDs, pencas de DVDs e aceita encomendas. Descendo mais um pouquinho você chega na Galeria Ouro Velho, construída em 1960/ 61, que tem unidades com aluguel por volta de R$ 1.500.

Lá, entre outras lojas, fica a Artíndia com objetos e utilitários das tribos do Xingú; a Barbearia 9 de Julho, completamente old school; a Bing! Memorabilia, que vende posters, camisetas e discos; e a Regentag, de Porto Alegre, com roupas gringas, próprias e um pouco de vintage.

Daí até a rua Caio Prado é tudo ao mesmo tempo agora, hotel, loja de chapéu, sapato sob medida, sebo, rotisserie... E então você se depara com uma enorme área verde tombada que dizem, vai virar um parque público.

Com aluguéis não tão caros, apartamentos relativamente grandes e o metrô de ambos os lados, prevejo uma migração descolex pra "Baixo Augusta". E olha que eu nem pertenço a área a tanto tempo.

fonte: Coisas de Marcelle

1/07/2009

Novos nichos, Novos Ares



Uma vez, Eliana Tranchesi da Daslu disse que já tinha todas as clientes mulheres do Brasil que poderiam comprar na Daslu e por isso estava atrás dos cliente homens. A partir disso começou a investir em visual merchandising, novas linhas de produtos e atrativos para o público masculino também de altíssimo poder aquisitivo.

O mesmo fez Versace e Armani com as linhas de homewear para atrair arquitetos e donas-de-casa. Outro bem sucedido nesse setor foi a Dior com seu investimento em linhas infantis e babywear que alcançou o máximo de projeção e vendas com a sua linha Diorable Babies.

Agora quem investe em um segmento totalmente diferente é a Louis Vuitton com uma linha de streetwear de luxo digna do público de Amsterdã, Paris, Berlin, LA e Dublin.
A linha conta com roupas, acessórios, artigos para surf, skate e roller que são objeto de desejo até pra quem nunca pensou em subir num Mini Ramp.

Agora fica a dúvida irritante: Skatistas do Luxo ou Socialites do Skate ?!!