3/28/2017

Depois do papelão da carne, a polícia deveria investigar o vento da batata ruffles


Já estava na hora de uma explicação, não é verdade? E foi só com a força dos consumidores das famosas batatas Ruffles, que a empresa tomou uma atitude, ao ver as criticas na web sobre a quantidade de ar dentro das embalagens. Quem nunca sentiu a sensação de ter pouca batata no pacote?

A arte foi feita em 2012, mas até hoje as pessoas questionam o porquê de tanto ar dentro dos pacotes de batata Ruffles e outros salgadinhos.

Perante aos comentários publicados na rede, a Ruffles poderia fazer como outras empresas, ao ignorar e não responder ou simplesmente apagar os comentários negativos. Mas não, ela optou por fazer um infográfico para explicar o porquê de tanto ar dentro das embalagens da batata Ruffles. O famoso "desenhar pra explicar", sempre ajuda. Salvem a logística.


3/27/2017

Quando me deu preguica do movimento de startups na política

Me deu preguiça do movimento de startups na política quando comecei a presenciar algo que não me representava, que não era autêntico. Ouvia discursos que me chocavam. Ainda mais depois das manifestações de 2013.

Foi só me posicionar sobre o que acontecia na política brasileira, do ponto de vista social, que recebi ataques que chegaram até a mesa de reunião, onde fui chamado de "Petista", "esquerda caviar", "maconheiro". Isso sem ao menos ser filiado de algum partido político.

Beyonce, nos EUA, é chamada de traficante pela Direita ultra conservadora
A forma como as pessoas rotulam as outras só mostra o quanto nos limitamos perante a uma ideia que não concordemos. Se distanciar por conta de uma ideia ruim, entre outras 500 boas que a outra pessoa possa ter, é muita prepotência.

Logo achei que me atacavam pelo fato de ser voluntário e ativista em N projetos no Brasil. Colaborava sem interesse financeiro, dava palestras e acaba viajando o Brasil por conta dos projetos como consultor. O momento de crise política foi propício para que um discurso de ódio ganhasse força, menosprezando o politicamente correto e quebrando os limites do respeito ao próximo.

Em janeiro de 2015, saí de uma depressão profunda, estava no meu ápice, pelo volume de trabalho e precisava de um momento de reflexão pessoal. Abri mão da minha carreira, das oportunidades, e tudo que tinha em São Paulo. Resumi minha vida em duas malas, mudei pros EUA e decidi ficar. Tirei um ano "de folga" de trabalhar na minha área profissional pra sobreviver no subemprego. Assim pude me dedicar no inglês.

Finalmente, depois de meses de processo e muita ansiedade na espera, em janeiro de 2017, voltei a trabalhar com o que amo: conteúdo, para uma das maiores empresas de tecnologia do mundo no coração do Vale do Silício: o Facebook.

Uma das coisas legais daqui do Vale é que, mesmo você sendo funcionário, existe um suporte gigantesco para a diversidade, para que não se perca a criatividade e a inovação, em todos os sentidos. São projetos acontecendo o tempo todo e a postura empreendedora conta muito na hora de fazer as coisas acontecerem, estando dentro ou fora de uma empresa.

Você pode sair do Brasil mas o Brasil não sai de você. Um fato que me consome a cada notícia que leio, todos os dias. E é mais desafiador ainda quando se trabalha acompanhando várias esferas da mídia, enquanto ficamos daqui, atenciosos, pra compreender o que está acontecendo pelo mundo.

E esse "ano sabático" de 2016, foi essencial. Me ajudou a ver o mundo de outra forma, ao conversar com pessoas de outros países, todos os dias. Descobrir que muito do que se venda na mídia tradicional ao redor do mundo, incluindo escândalos políticos, de corrupção, de guerra e conflitos, não se passam de uma grande mentira para movimentar mercados.

Nasci na periferia de São Paulo, SP, filho de pais separados e ambos empreendedores. Aprendi com os dois que para se viver era preciso trabalhar. E trabalhar duro. Mas nunca tive ambição de sair do bairro e nem de me formar em alguma universidade. O mundo era limitado pra quem vivia uma realidade de família humilde.

Meus pais, mãe mineira, cabeleireira e pai paulista-bahiano, motorista de caminhão, me ensinaram muita coisa sobre trabalho. Me deram exemplo, enquando eu vivia entre as duas famílias.

Filho único e com duas famílias, revezava os meus finais de semana entre um salão de beleza lotado de mulheres numa tarde de sábado e outro pelas estradas, viajando com o meu pai. Nunca esqueço de uma madragada em que ele descarregava um caminhão inteiro de areia sozinho porque não tinha ninguém para receber a carga na baixada santista, e ele precisava voltar pra cidade.

Aprendi com eles que o sucesso está no processo, e não no resultado final. Casa, carro, roupas de marca, viagens. Tudo isso é efêmero. O lucro financeiro dá suporte, mas a FIB (Felicidade Interna Bruta), está na alegria do dia a dia. Na construção, no correr atrás dos sonhos. Em pequenas coisas como uma viajem pra praia mais próxima, uma cerveja, uma macarronada de domingo. Estar junto é ter sucesso. E disso eu nunca pude reclamar.

Comecei aos 14, fiz de tudo pra sempre ter o meu dinheiro. E quando iniciei a minha vida profissional em marketing, visitei casas e mansões de alto luxo. Descobri que a alegria nem sempre reina onde se tem muito dinheiro e coisas que se remetem ao sucesso. Neste cenário, percebi que não era representado quando o discurso nos palcos dos eventos de startups e ecommecre seguiam um tom arrogante sobre o sucesso. Os pré-requisitos eram ditados pelas panelas do ecossistema. Se você não fizesse parte desta panela, por não concordar com alguém ou alguma ideia do status-quo, você estaria fora.

E assim aconteceu quando o debate político chegou no empreendedorismo e no e-commerce. Era claro que, na maioria das vezes, ganhar prêmios em vendas, sair em capa de revista, dar entrevista pra TV, conseguir mais likes, seguidores, ser o nome do ano... Tudo isso é legal pro próprio ego da pessoa. Talvez até pro capital financeiro da empresa. Mas e pro ecossistema, como um todo?

Não fazia sentido estar ali jogando confete pra quem é orientado pelo ego, sem propósito e impacto social.

Todo esse oba oba dos eventos aconteceu - e acontece - em torno de um círculo muito pequeno e limitado de pessoas no Brasil. Quem está dentro sabe muito bem do que estou falando. Que, na maioria daz vezes, não incluem e representam o que chamados de empreendedores pelo resto do País.

Ser atacado, rotulado ou ouvir piadas sobre ser um empreendedor de esquerda já foi tenso (por mais que seja centro-esquerda liberal). Mas começou a me dar um bode maior quando um grupo tomou as dores, em nome dos empreendedores, dizendo que o empreendedorismo em si
é um dos motes de uma ideologia política de direita.

Ora bolas. Precisamos desenhar, então, pra poder voltar no passado e entender o que é direita x esquerda.

Se paramos pra estudar a história, podemos descobrir facilmente quem estava na direita nos tempos medievais. E se compararmos com hoje, sabemos quem está por trás dessa figuro: os patrões da sociedade - que não são os pequenos e médios empresários que as pessoas das startups e e-commerce acham que são.

Acreditar que políticos de direita lutam pelos pequenos e médios empresários (plus startups) é uma grande armadilha. O sistema de hoje ~e de ontem~ sempre defendeu os gigantes da economia, os grandes produtores, os BILIONÁRIOS. Jamais, os pequenos/médios empreendedores.

Meu estômago se contorce ainda mais quando vejo alguém, que se diz empresário, apoiando pessoas que são claramente financiadas por corporações bilionárias, entre elas, estrangeiras. Marionetes que se dizem empreendedores de sucesso, dando um show na frente as câmeras, que não passa de um teatro pra iludir a classe empreendedora.

Não estou aqui para julgar e nem dar nome aos bois. Mas, no mínimo, chamar o leitor para uma reflexão: quem investe no seu político? Quais são as parcerias que ele realmente possui enquanto diz que te representa? Seja ele de direita ou de esquerda, a quem ele está beneficiando?

É uma hipocrisia sem tamanho, e histórica, do ecossistema empreendedor brasileiro, adotar um discurso machista, concodar com ideias homofóbicas, ser contrário ao trabalhador (só porque é empresário), desprezar movimentos sociais e das minorias. Falam tanto sobre a inovação e criatividade em seus modelos de negócio, mas esquecem que para que isso exista no ecossitema é preciso apoiar a diversidade.

Ser empresário não te faz ser, obrigatoriamente, uma pessoa de direita. E mesmo que você já tenha chegado no seu primeiro milhão, ainda não será representado por aqueles que prometem a proteção aos "empresários". É preciso abrir os olhos e tentar descobrir quem financia a página no Facebook que você apóia, as personalidades que você segue e confia, as ideias que você acredita, os jornais que você assiste e as revistas que você lê.

Não questionar a si mesmo e se agarrar a uma única ideia só nos faz mais arrogantes e prepotentes.

Neste exato momento vivemos uma guerra midiática, onde é quase que uma obrigação de todos conferir os fatos, analisar as fontes. Quem não se informar, será informado. E facilmente, se tornará um informante, para servir os grandes senhores que lideram o mundo hoje.

Até porque, quando todo mundo acredita em uma grande mentira, ela se torna verdade. E na real, a verdade é relativa. Daqui alguns anos, o choque será o mesmo que tiveram aqueles ao descobrirem que a Terra, na verdade, era redonda e não plana.

O que me resta hoje, frente a essa era meléfica de líderes mundiais indo pra direita, é a esperança. De que os gigantes de tecnologia comecem a mostrar pra sociedade quem está mentindo, quem faz o jogo sujo por espalhar notícias falsas, sensacionalistas e com discurso de ódio - entre elas, no ecossistema empreendedor.

Assim, quem sabe no futuro (que seja bem próximo) possamos descobrir quem controla quem e se, de fato, essas figuras estão em prol dos empresários no País. Só assim para acabar com essa servidão voluntária aos patrões do mundo.

4/29/2016

Agradecimento - 9 anos de blog

Gostaria de agradecer ao leitores que nesses 9 anos de MKTfcus nos acompanham e continuam, mesmo que com poucos textos nos últimos meses, lendo e curtindo posts que foram publicados aqui.


Quando comecei o MKTfocus, em 2007, estava dedicado a escrever artigos sobre o mercado como parte do estudo que realizava na universidade. Achava que seria muito egoísmo da minha parte guardar tudo aquilo que descobríamos sobre o futuro sem compartilhar nada com ninguém.

E falando sobre o futuro, tendências de mercado e comportamento humano, olhando para trás, hoje vemos que muita coisa, de fato, se concretizou.

No mesmo ano, convidei o Fernando Dantas, grande amigo meu e profissional de marketing, que parava durante a semana, à noite, entre trabalho e aulas na universidade para compartilhar o que aprendíamos sobre o mercado.

O começo foi muito motivador. Principalmente em 2009, com o boom dos blogs, nós recebemos um gás de motivação dos leitores que interagiam conosco. Mas com o passar dos anos, começamos a tomar novos rumos, assumir novas responsabilidades, viajar a trabalho e escrever em outros canais.

Também produzi conteúdo para o um projeto de educação empreendedora do Sebrae, o Raio Brasil, em 2010, comecei a escrever para o blog do Laboratorium (2011) onde sou sócio até hoje e para o E-Commerce Brasil, projeto em que trabalhei de 2013 a 2015. Além do trabalho voluntário no time de comunicação do Burning Man Brasil, onde produzi alguns conteúdos para o site da comunidade.

Também tenho um blog pessoal, onde escrevo sobre humanismo, alimentação saudável, política e outros assuntos aleatórios. Somente no último mês, foram mais de 200 mil visualizações em todos os canais. O que me motiva bastante, ao saber que sim, temos o poder de alcançar mais pessoas pela internet do que pela grande mídia (TV, Rádio, Revistas e Jornais).

Nosso foco nunca foi atingir um grande número de seguidores, mas sim, ter uma base de qualidade, com pessoas realmente interessadas nos conteúdos que compartilhamos. E ter um número real de leitores engajados é mais motivador do que ter seguidores fakes que não interagem conosco.

E é disso que precisamos: alcançar mais pessoas com informação de qualidade, com experiências reais e conteúdo que inspira o mercado e pode mudar o rumo de muita coisa.

Mais uma vez: muito, muito obrigado!

Para quem quiser acompanhar o que vem pela frente no MKTfocus, siga a página no Facebook ou o perfil no Twitter e fique por dentro das próximas atualizações.

Abraços
@gustavosanti

3/13/2016

A 3ª Guerra Mundial já Começou: a Guerra da informação

A cada dia fica mais fácil para a maioria da população mundial conseguir enxergar quem são os "senhores" do mercado em pleno século XXI - a burguesia da nova era.

O histórico da humanidade neste planeta, mostra claramente quem já eram os grandes banqueiros e corporatistas que faziam parte deste bote-navio. Viajando para encontrar novas rotas de especiarias para a India e acabaram"conquistando" terras, carregando consigo diversos arranjos de mercado, tratados políticos e militares.


Dentro destes acordos mundiais, no decorrer dos anos (estamos falando aí de 500 anos, ok?), grandes poderios foram re-passados  ligados à famílias tradicionais, políticos, governantes, organizações religiosas e impérios. Essa gente que nunca andou de metrô, trem ou ônibus e pega helicóptero pra atravessar uma cidade que morre por baixo.

Os mesmo que influenciam a criação de legislações que beneficiam grandes empresas, acordos e rotas de especiarias (como a silk road), onde leva ouro, prata, e todo esse fundo obscuro dessas organizações, que ninguém fala sobre, está cada vez mais em evidência.

Mas o mundo mudou e agora as pessoas têm acesso a informação.



"É mais fácil pedir uma pizza ou comprar um sapato pela internet do que votar no candidato correto nesse país. Eu espero que vocês - a indústria de tecnologia e inovação - seja capaz de criar uma maneira de ajudar as pessoas a escolher o candidato correto e votar corretamente." Barack Obama #obamasxsw2016 #obamasxsw #sxsw#sxsw16


E realmente, a industria da tecnologia e inovação tem feito muito nos últimos anos. E mesmo assim não ganha o destaque que merece da mídia. Por que será?

A própria Globo, da família brasileira mais Rica do País, proibiu as empresas anunciantes de divulgarem os perfis nas redes sociais (Facebook, Twitter, etc). Por que? Medo?

Acontece que agora as pessoas possuem um espaço para discussão. Não só no Facebook, mas em toda internet como um todo. Fóruns, aplicativos, celulares, comunidades, redes, etc. O mundo mudou e chegou a hora de repensar todo um governo voltado para os mais Ricos (digo, MUITO ricos $$$$000000.).

Chegou a hora de se levantar. Pensar num mercado de economia criativa, agora a ser orientado para a população (ricos e pobres), para o meio ambiente e bem estar do todo.

Aquecimento Global é verdadeiro sim e parte do Estado de Minas Gerais, já foi vendida para Chineses plantarem Eucaliptos. Uma plantação que devasta a terra e tira a oportunidade de plantar cisas diferentes. Isso tem que acabar.

Não podemos demonizar um mercado de grandes corporações com um todo, já que existem outras grandes empresas com presidentes ligados ao crescimento sustentável, com o bem-estar da população.

É preciso buscar conhecimento, encontrar novas fontes de conteúdo, desligar a Tv Aberta (em qualquer lugar do mundo) e vivenciar nas comunidades a realidade do dia a dia. Essas redes, sim, são muito mais fortes do que as divulgadas pela mídia.

O que vemos hoje, essa onda do "ser do contra", é um desperdício de energia que deve ser gasta sendo A FAVOR.

Como disse meu amigo, Diego Fernandes, "ser a favor do diálogo, das minorias, do controle social do estado, da democracia direta, da participação popular nas decisões, da permacultura, da agricultura familiar e orgânica, dos commodities ambientais, do limite de propriedade de terra, da reforma agrária, do envolvimento, da empatia, da alteridade, da equidade, da inclusão, do passe livre, do direito ao aborto, das cotas para negros, das cotas para transexuais, do imposto sobre grandes fortunas, do imposto sobre veículos náuticos e aéreos, da economia solidária, do compro de quem faz, da redução do consumo, do consumo responsável, do mínimo impacto.


5/19/2015

O que é Flywheel Marketing e como ele ajuda a crescer naturalmente

Aplicar o conceito do flywheel marketing, com uma boa estratégia de conteúdo, pode te ajudar a crescer naturalmente e obter um bom posicionamento no ranking de pesquisas do Google.

Já está claro que SEO é uma obrigação para os profissionais de marketing que atuam com conteúdo online. Não dá mais pra brincar de campanhas online sem ter uma boa estratégia para construir a sua reputação na internet. E é nesse sentido que entra o conceito do flywheel marketing.

Mas o que é Flywheel?


Pense em uma roda propulsora, daquelas em que é difícil de iniciar o primeiro movimento, seja ela uma catraca de bicicleta, uma roda de carro ou a de uma hélice de um grande navio. Começar a rodá-la é difícil, é duro e demora um pouco. Mas ao manter o ritmo, esta roda gira praticamente sozinha, sem muitos esforços.

E é desta forma, como uma boa estratégia de SEO, que você pode aplicar o conceito na construção da reputação online. Com o tempo, você percebe que o conteúdo ganha uma melhor posição no ranking do Google e, com isso, começa a investir em palavras-chave que estejam de acordo com o seu ramo de negócio.

Ao nortear um ramo específico e trabalhar em cima deste conteúdo com SEO, você pode começar uma campanha de Google Ads, para impulsionar os seus resultados. O que ajuda, mas ainda não garante, resultados contínuos no alcance de mais usuários.

Como crescer naturalmente?


Se você tem um site, você deve fazer a distribuição de conteúdo dentro dele, através do link building, aplicando estratégias de SEO com materiais de qualidade que tenham a ver com o seu ramo de atuação. Isso irá melhorar a sua reputação.

Com o tempo, você irá perceber que a sua reputação já está forte, que as pessoas encontram aquele seu conteúdo postado há meses – e até anos – por ter conquistado um bom posicionamento nas pesquisas. Será o momento em que o SEO fica mais fácil. Já que você sabe quais palavras, temas e conteúdos poderá abordar no seu negócio.

Com o seu site aparecendo na primeira página dos resultados do Google, será mais fácil publicar qualquer coisa, já que o alcance é maior. Será a hora em que várias pessoas passarão pela sua “vitrine”. É quando você tem certeza de que qualquer conteúdo que você publicar, muitas pessoas irão ver. Seja um vídeo, um artigo, um e-book para captar mais base de dados ou um novo produto no seu e-commerce. Você escolhe.

Compartilhe conteúdo e ganhe reputação


Fazer a roda girar não está ligado apenas ao trabalho de produzir conteúdo dentro de um site e distribuí-lo no Google com a ajuda do Adwords. É preciso, também, realizar testes em outros canais, como no Twitter e no Facebook. Isso possibilitar que você encontre novos públicos que precisem de algo que o seu negócio pode oferecer.

É quando, de repente, diversas pessoas começam a te seguir no Twitter, pelo fato da própria ferramenta te sugerir como uma pessoa influente que compartilha conteúdos relacionados com amigos. E isso pode ser fantástico para a sua estratégia online.

Automatize para envolver


E mais do que utilizar uma roda em movimento como oportunidade para, apenas, divulgar o que você quiser, é preciso fazê-la girar para manter o seu conteúdo envolvendo as pessoas. É um exercício constante de atualização para que a roda continue gerando resultado.

Neste post nós damos algumas dicas de e-books gratuitos sobre marketing digital e e-commerce

Aplicar o conceito de Flywheel marketing pode ser simples, mas não é fácil. É preciso estar disposto a inovar nos canais e perceber que é possível obter resultados até em campanhas de e-mails. Você ganhará mais assinaturas, suas taxas de abertura irão aumentar e você terá uma entrega maior. Tudo isso pela reputação que construiu em toda a estratégia.

Na teoria, tudo é bonito. Pode parecer fácil aplicar essas estratégias, mas sabemos que nem todos conseguem obter o resultado esperado. Para isso, é preciso estar disposto a arriscar em novos ramos, temas e nichos de mercado sabendo que, em algum momento, você poderá desistir por exaustão.

Ao mesmo tempo em que, algum concorrente seu, pode aplicar o mesmo conceito do Flywheel Marketing e persistir nos testes, mesmo que sem novos ganhos no médio prazo. Até que ele consiga o resultado esperado enquanto você desistiu no meio do caminho. É tudo uma questão de ter disposição para enfrentar fracassos e enxergar oportunidades em novos conteúdos.

E para minimizar as chances de dar errado, é precisar falhar logo, analisar dados e mensurar. O tempo todo. Estar ligado no Analytics dia após dia. Comparando números, fazendo testes e segmentando para obter resultados digitais. Essa visão constante do todo fará com que você encontre novos caminhos, diminuindo custos e obtendo mais conversões no seu marketing online.

*Texto publicado no E-Commerce Brasil

4/30/2015

E-Commerce com foco em resultados

Neste mês estive no Fórum de Marketing Digital do Digitalks em Florianópolis.

Foi um prazer mediar um painel no evento com profissionais que entendem e atuam com maestria no mercado.
Fui abordado para dar uma entrevista no final. E a Digitalks publicou. Confira abaixo:

4/23/2015

Virada Empreendedora de SP terá Arena E-Commerce

A Arena E-Commerce reunirá profissionais do o comércio eletrônico brasileiro na 5ª Edição da Virada em SP econtará com atividades interativas, consultoria e palestras para todos os gostos.

Uma programação voltada especialmente para pequenos e médios varejistas, que atuam no comércio eletrônico brasileiro, o setor que cresce mais do que o PIB do País. Com a curadoria do time E-Commerce Brasil, a arena E-Commerce terá a presença de especialistas do setor, profissionais de internet, empresários e consultores, que irão compartilhar conhecimento em atividades interativas, como no Site Clinic - uma análise de sites ao vivo -,consultoria e palestras sobre os principais temas do e-commerce (operações, usabilidade, mobile e tributação), além de contar com a presença de empreendedores do comércio eletrônico brasileiro em um painel especial.

Programação Arena E-commerce no dia 25/04 – sábado

14h30 às 15h15 – O mercado no bolso e as compras na ponta dos dedos
Arthur Castro: Formado em Administração e Pós-Graduando em Mídias Digitais, com experiência em Engenharia de Custos, Marketing Digital e Inovação, Arthur é atualmente Product Owner Mobile na Dafiti, maior e-commerce de moda da América Latina.

15h30 às 16h15 – Os riscos jurídicos das pequenas lojas virtuais
Marcio Cots: Professor universitário de Direito Digital em MBAs e coordenador do curso Cyberlaw Clinic, FIAP. Mestre em Direito pela FADISP, especialista em Cyberlaw (Direito Cibernético) pela HARVARD LAW SCHOOL – Harvard University – EUA, com extensão universitária em Direito da Tecnologia da Informação, pela FGV-EPGE. Autor de diversos artigos sobre o tema Direito Digital, também é coautor do livro Marco Civil Regulatório da Internet

16h30 E 17h30 – Site Clinic – Análise de lojas virtuais AO VIVO
Tiago Luz: Formado em business pela Saint Mary’s University, com pós graduação em Inteligência Competitiva pela PUC, Tiago Luz é Sócio Diretor da Vtex, consultor em estratégias digitais e palestrante. Reconhecido como um dos maiores especialistas em Search Engine Marketing e Usabilidade.

18h30 às 19h15 - Data Driven Marketing – Mais Vendas e Rentabilidade para o seu e-Commerce
Gerson Ribeiro: Diretor executivo de Inteligência da Vitrio e Professor de Marketing Digital na ESPM. Trabalha há quinze anos no mercado digital e já entregou projetos para Walmart, Coca Cola, Vivo, NET, Itaú, Motorola, entre muitos outros.

19h30 às 20h00 – A necessidade da inovação permanente no e-commerce
Marcelo Pimenta: Jornalista, profissional de marketing e inovação, consultor, empresário, professor. Especialista em Marketing pela ESPM e Mestre em Planejamento Estratégico pela UCES. Sócio fundador da Conectt. Criador do Laboratorium – Laboratório de Projetos Inovadores. Coordenador do E-book colaborativo “Ferramentas Visuais para Estrategistas” (2012). Professor de “Gestão da Inovação” no MBA de Marketing Digital e de “Design Thinking” no MBA em Gestão de Mercados da ESPM (Escola Superior de Propaganda eMarketing).

20h00 às 21h00 – Painel Inovação no Varejo Online
Cintia Tominaga: Paulista, 33 anos. Publicitária formada pela ESPM, com pós em Gestão de Luxo na Itália. 10 anos de carreira no setor de moda, tenho passado por grandes marcas (C&A, Seiki, Tufi Duek) em operações, marketingecomercial. Fundou a Ballerini em 2013, onde cuida de gestão e comunicação.

Natalia Macedo: Brasiliense, 30 anos. Publicitária formada pela UNICEUB. 7 anos de carreira no setor de moda, com passagens pela Hering, C&A e Caedu, sempre na área de marketing. Fundou a Ballerini em 2013, onde é responsável pela área de produto.

Priscila Biella: Fundadora do e-commerceBiellíssima, loja virtual focada em lingeries, biquínis e acessórios sofisticados para mulheres. É Jornalista, pós-graduada em Comunicação Corporativa e com MBA em Marketing pela ESPM. Por mais de 10 anos atuou no mercado corporativo, nas áreas de comunicação emarketing, desenvolvendo soluções criativas para construção e consolidação de imagem de marca, especialmente no ambiente digital.

Tainá Barrionuevo: CEO & Founder da PhD – A Primeira Galeria de Arte Para Vestir do Mundo. (www.phdgaleria.com) Formada em Negócios da Moda e com MBA em Gestão e Estratégias de Comércio Eletrônico, trabalhou como gerente de e-commerce e consultora de desenvolvimento de lojas virtuais durante 7 anos. Fundou a PhD dentro da Aceleradora de Startups Aceleratech (turma 1) em 2013. Criou o curso livre “Moda e E-Commerce” para o SENAC onde leciona há dois anos.

A Virada Empreendedora de São Paulo acontecerá nos dias 25 e 26 de abril de 2015, na FGV em São Paulo, em 24 horas ininterruptas, com 8 arenas acontecendo simultaneamente com palestras, painéis, atividades, Pitchfightsemuito networking. A madrugada também será recheada de atividades empreendedoras.

SERVIÇO
Evento: V Virada Empreendedora de São Paulo – “Empreenda, mude o Brasil”
LOCAL: Fundação Getúlio Vargas – rua Itapeva 432 (próximo ao metrô Trianon-Masp)
HORÁRIO: das 14h00 do dia 25 de abril às 14h00 do dia 26 de abril de 2015.
INSCRIÇÕES: http://bit.ly/ingressosVE

KING’S DAY SP


MAIOR FESTA AO AR LIVRE DE AMSTERDAM TRAZ LABORATÓRIO DE CRIATIVIDADE HOLANDÊSA AO MIS-SP

“Dia do Rei”, principal festa ao ar livre da Holanda e que reúne milhões de pessoas em Amsterdã, chega a São Paulo em evento com palestras sobre inovação promovido pela THNK, Escola de Liderança Criativa de Amsterdã e pelo Consulado Geral da Holanda no Brasil, com o apoio da Heineken.

Principal festa ao ar livre da Holanda, considerada uma das cinco nações do Ranking Global de Inovação do BCG (Boston Consulting Group), o King’s Day em São Paulo vai promover um laboratório de inovação só para convidados, em sua primeira edição neste sábado, 25 de abril, a partir das 16h no MIS-SP.

Oferecido pelo Consulado Geral da Holanda no Brasil e pela THNK, Escola de Liderança Criativa de Amsterdã, que vai realizar neste ano seu primeiro programa para executivos, líderes corporativos e empreendedores em São Paulo, o King’s Day São Paulo vai reunir especialistas em criatividade em um laboratório de inovação com representantes de algumas das principais empresas holandesas, reconhecidas por seu alto grau de inovação, como KLM (German Carmona), PHILIPS (Fabricio Guimarães), Heineken e Raízen, além da THNK e da Embaixada da Holanda no Brasil.

Conhecido por reunir a cada ano milhões de pessoas em eventos gratuitos por todo o país, principalmente em sua capital Amsterdã, com apoio da Heineken, o King’s Day em SP será dividido em dois eventos gratuitos que darão início às comemorações. Depois do Laboraório de Inovação no MIS, a partir das 17h, até as 22h, o evento transforma-se em uma grande festa, trazendo toda a energia e
o espírito que anima cidade de Amsterdã para São Paulo com muita música, gastronomia, ações de livepainting e video mapping no Centro Cultural Rio Verde.

“Amsterdã é uma das cidades mais apaixonantes do mundo e decidimos trazer a festa pública mais incrível que já participamos para criar uma conexão direta com o espírito que a cidade de São Paulo está vivendo agora, de ocupação do espaço público, ciclovias e arte urbana por todos os lados. São Paulo e Amsterdã são mais parecidas do que a gente imagina e nesse dia serão uma só.” conta Lucas Foster, responsável pelo King’s Day São Paulo e fundador da ProjectHub que, ao lado da Polifonia, é a responsável pela vinda da THNK ao Brasil. “A ideia do evento é trazer ao Brasil não só a cultura da Holanda, mas a verve de empreendedorismo e criatividade que eles historicamente possuem, e tentar compartilhar com os paulistanos, como o país chegou ao top 5 do Ranking Global de Inovação”, explica Lucas Foster.

Confira, abaixo, a programação de palestrantes:

Daniela Cachich (HEINEKEN)
German Carmona (KLM)
Carsten Schirra (PHILIPS
Rogier Van Tooren (Consulado Geral da Holanda)
Lucas Foster (THNK/ProjectHub)
Daniel Gurgel (THNK/Polifonia)

LABORATÓRIO DE CRIAÇÃO - KING’S DAY NO BRASIL @ MIS
Quando: 25 de abril, das 17h às 22h
Local: Museu da Imagem e do Som de São Paulo (MIS) - Avenida Europa, 158 - Jardim Europa, São Paulo - SP
Informações: https://www.facebook.com/events/1586103294997310/

1/30/2015

Zappos aposta em uma loja pop-up com "corredores infinitos"


EXPERIÊNCIA DO VAREJO FÍSICO PARA O DIGITAL - PHYGITAL

Em uma ação ousada realizada pela Zappos na cidade de Las Vegas os consumidores tiveram uma experiência realmente fora da caixa - e dentro dos corredores - ao passear pela loja Pop-Up 24 horas.

A loja foi aberta em um espaço de mais ou menos 6.000 mil metros quadrados, incluindo corredores infinitos que passavam por diversos departamentos, todos customizados como sem fossem lojas diferentes, proporcionando uma sensação de estar em um shopping.

Entre os corredores, os clientes podiam encontrar artigos de vestuário masculino, feminino, infantil, fitness, acessórios e uma grande linha de produtos com a assinatura Zappos: os sapatos. Sendo que o principal departamento da loja, o de sapatos, ficou no fundo da loja, fazendo com que os visitantes passeassem por todos os ambientes.


Mesmo com a loja aberta durante 24 horas no local, a equipe necessária para realizar o atendimento aos clientes era mínima, já que a tecnologia disponível nos departamentos os ajudavam a encontrar os produtos da loja no online, escolher opções de tamanho e cor e finalizar a compra na internet, recebendo o produto em sua casa um dia após a compra, de graça.

Mesmo com pouco funcionários, os clientes podiam solicitar a ajuda de um deles dentro da loja, utilizando Beacons. Além de um sistemas POS mobile que permitiram que os compradores pudessem conferir a mercadoria física no digital.

Fora isso, o espaço também contou com a tecnologia de realidade virtual fornecida pela empresa OrderWithMe, onde podiam, ao lado de um único item, visualizar diversos pares de sapatos passando em 3 paredes a sua frente. E, pelo toque das mãos, podia pegar o item escolhido e jogar dentro da cesta de compras.

Confira abaixo o vídeo da Pop-Up store:

1/22/2015

P de Propósito. P de Pessoas!


Pertencimento, mudança no papel do líder e foco na sociedade são as chaves para o sucesso das empresas na busca pelos novos talentos

A 4ª edição da pesquisa Millennial Survey, elaborada pela Deloitte, destaca a importância de empresas em todo o mundo repensarem as estratégias para reter e atrair novos talentos

Dar um propósito maior ao trabalho. É este o recado transmitido pelos jovens nascidos após 1982 e que compõem a geração “Millennial”, também conhecida como “Geração Y”. Esta forma de criar um propósito mais amplo ao trabalho vem do apontamento feito pela maioria dos participantes (75% pela amostra global e 83% pela brasileira) que afirma a necessidade das empresas em se empenharem mais pelo todo – com ações e esforços com resultados mais amplos a toda a sociedade e não apenas concentrados em seus próprios negócios.

Este é um dos principais resultados da 4ª edição da pesquisa “Millennial Survey”, organizada pela Deloitte, uma das maiores consultorias e auditorias do mundo, em parceria com a Millward Brown. Mais de 7.800 profissionais ao redor do planeta (sendo 300 do Brasil), nascidos depois de 1982, já graduados e que atuam em empresas com mais de 100 funcionários participaram da nova edição.

O estudo mostra também o que esses jovens esperam das organizações, dos governos e do ambiente de trabalho no futuro e as conclusões sugerem que as empresas vão precisar realizar mudanças significativas para atrair e manter a força de trabalho futura. Apenas 28% dos Millennials sentem que a sua organização faz uso pleno de suas habilidades. O Brasil acompanha essa tendência, já que 27% dos seus 300 participantes concordam com essa afirmação. Considerando a América Latina como um todo, incluindo o Brasil, esse número é de 24%, dentre os 1.725 respondentes. "A mensagem é clara: quando eles olham para seus objetivos em relação a sua carreira, os Millennials estão tão interessados em como uma corporação contribui para a sociedade quanto em quais são os seus produtos e lucros”, aponta Barry Salzberg, CEO Global da Deloitte.

Ao tratar do desenvolvimento de sua carreira, mais da metade dos Millennials (53%) aspira ocupar o cargo de CEO ou líder da empresa em que trabalha. No cenário brasileiro e na América Latina, essa aspiração ganha ainda mais força, com 64% e 62% respectivamente. O dado geral e o dos mercados considerados emergentes, incluindo o cenário latino-americano, diferem quando comparamos apenas com os mercados já desenvolvidos, em que apenas 38% almejam cargos de liderança.

Mais informações e dados da pesquisa neste link.

1/15/2015

Insights para o varejo por Ricardo Nunes da Ricardo Eletro


A Ricardo Eletro é uma gigante varejista de loja física que também atua no e-commerce, fechando um faturamento de 10 bilhões em 2013.

O Ricardo Nunes conta a sua experiência e fala da sua confiança na equipe que atua no online.

Ricardo é uma peça em pessoa. Animado, com uma história incrível, enfrentou desafios e prosperou. A palestra dele é uma aula e vale frisar os higlights:

- Ousadia: uma placa gigante escrito "cobrimos qualquer oferta" - Tem como vender barato se tiver estratégia. O que não pode é perder dinheiro.

- Varejo físico tem que gostar de gente. Tem que sentir o cheiro do cliente.

- O pensamento do cliente é ".com" ou não é ".com"?

- Não ter vergonha de trabalhar, Lavar chão, pintar chão de loja...

- No lugar de mandar, tem que fazer junto #Liderança

- Fique longe do negativismo. Acredite no impossível e evite pessoas pessimistas.

- Ninguém dá nada pra ninguém. A vida é uma troca.

- Dar muito e receber pouco. Porque as pessoas querem dar pouco e receber muito.

- Quem tem sucesso é quem dá conta de apanhar. Quem tem couro duro.

- Entenda do seu negócio mais do que todo mundo.

- O que o consumidor está pensando?

- Foco é tudo. Não seja "Maria Vai com a outras"

- Nós lidamos com gente. Precisamos cuidar das pessoas, depois dos processos.

- Humildade não é ser tolo, é tratar as pessoas bem. A vaidade quebra o profissional.

- Abordagem: em 2 minutos você precisa saber o que o cliente quer.

- A gente precisa voltar a ser vendedor de sapato: pegar nos pés do cliente.

Assista a palestra inteira abaixo:

1/13/2015

De volta

Já se passaram 2 anos usando mais o wordpress e envolvido em outros projetos que acabei deixando de publicar aqui, mesmo com um aperto no peito por saber que o MKTfocus no blogspot foi o começo de toda essa história de relatar os insights de mercado. E isso não pode ficar pra trás.

Nesse meio tempo não parei de escrever. Colaborei para os blogs do Laboratorium e E-Commerce Brasil, com conteúdos voltados para o empreendedorismo e comércio eletrônico. Um aprendizado gigantesco com pessoas extremamente capacitadas sobre os assuntos.

E ter pessoas boas, entusiasmadas e realmente comprometidas com o que fazem no mercado é uma grande boa sorte. Se você tem, agradeça por isso e preste atenção no melhor que cada um pode te oferecer.

Aprendi tanta coisa bacana que a minha gratidão pelas pessoas que estiveram conectadas de alguma maneira é imensa. Trabalhar com marketing de conteúdo (o que é um prazer por estudar a cada dia) te faz acompanhar de perto o que acontece no mundo dos negócios. Seja nos eventos, cursos, workshops e palestras, o aprendizado é sempre muito grande e valioso.

Conheci empreendedores com brilho nos olhos, com entusiasmo no que fazem. Sejam eles varejistas ou pessoas que oferecem soluções para o mercado eletrônico, empresas consolidadas e startups inovadoras.

Espero que agora, em 2015, eu possa compartilhar um pouco do que aprendi a cada semana aqui com vocês.

Um forte abraço.

Sobre ser simples


Voltando ao blogspot depois de alguns testes com o blog no wordpress, que não gostei muito por não parecer tão simples como viemos fazendo aqui no Blogger desde 2007.

O primeiro post de 2015 é focado neste tema: simplicidade.

Se você que atuar em um mercado competitivo, você tem que entregar resultados. E mais do que entregar, você tem que fazer com qualidade. Mas também não pode perder dias de processos burocráticos para entregar algo de valor.

Ambientes onde a organização é extremamente vertical, que exigem repasses e autorizações entre uma equipe multidisciplinar cheias de cargos inflados por egos, dificultam muito este processo.

Um mero exemplo deste caso é a criação de uma arte pelo design. Veja o passo a passo:
- O cliente solicita uma publicação imediata;
- O atendimento repassa isso para a criação;
- O planejamento pensa na ideia e passa o brienfing para a criação;
- Os designers, no seu tempo enrolado, se viram nos 30 e fazem 3 versões da arte;
- As versões são rejeitadas pelo planejamento e os designers devem fazer alterações;
- A arte é aprovada pelo planejamento e segue para o atendimento;
- O atendimento apresenta para o cliente;
- O cliente rejeita (volte 7 casas);
- O cliente aprova e todos vivem estressados para sempre.

Ora bolas! Por que diachos a criação não foi junto na reunião?

Por que o designer não pode falar direto com o cliente?

Por que não estreitamos os laços para aprimorar o nosso relacionamento com os clientes e fornecedores a fim de entregar tudo em dia?

Nós, da Geração Y, não queremos mimimi. Queremos resolver as coisas o mais rápido possível e com a qualidade que merece cada job.

Em um curso que participei na General Assembly, escutei da Julie Zow "Small is the new big". E é nesse sentido que tenho atuado em meus projetos, sejam eles pessoais, no Laboratorium e no E-Commerce Brasil.

Os desafios são grandes, não é fácil atuar com outras pessoas. Mas é aí que está o grande segredo: o sucesso está no processo e não no resultado final.

Estar atento a cada detalhe a fim de encurtar caminhos e quebrar a burrocracia das empresas é um dom pra quem deixa o ego de lado e abaixa a cabeça ao aceitar novas ideias no meio do caminho.

Pensar simples é pensar refinado. É mais do que ter ou estar, é uma questão de SER.

9/09/2013

Centro de Inovação e Criatividade da ESPM apresenta cases de sucesso

Em sua terceira edição, o Laboratório de Startups mostra como obter êxito ao lançar um empreendimento e reúne exemplos de empresas bem-sucedidas que participaram do curso

Os alunos que estiveram presentes nas duas primeiras edições do curso Laboratório de Startups – intensivo, oferecido pelo Centro de Inovação e Criatividade da ESPM – CIC/ESPM tinham sempre as mesmas dúvidas: será que o negócio vai dar certo? Como começar? Como reduzir as incertezas sobre as perspectivas do empreendimento? Como conseguir investimento? Qual é o melhor caminho para conseguir o sócio certo?

Todas estas perguntas são respondidas durante as aulas. Os alunos têm uma semana de contato com ferramentas e metodologias que ajudam na criação de startups, desenvolvimento de clientes, validação de hipóteses, prototipação, modelagem de negócios, mentoria e outros temas que envolvem o caminho do empreendedorismo. No último dia de aula, todos têm a oportunidade de apresentar seus negócios para uma banca de investidores formada por representantes da Anjos do Brasil, Aceleratech, Fundo Pitanga e Neue Labs.

O aluno Rodrigo Caldeira, hoje CEO da Roverpix, chegou com uma grande ideia, mas não sabia como coloca-la em prática: criar um sistema que permita aos fotógrafos, amadores e freelancers, explorarem a fotografia de turismo.

“O embrião deste projeto surgiu em Paris, na minha lua-de-mel. Queríamos um fotógrafo profissional para tirar fotos nossas, mas como achar isso em Paris? E quanto custaria?”, explica. Caldeira conta que após o curso do CIC/ESPM, algumas experiências foram realizadas e descobriu-se um grande mercado de fotografia de turismo dentro de parques e resorts do Brasil e do Mundo. “Hoje, com o sistema pronto, estamos aptos a fechar parcerias com as maiores operações de fotografia da América do Sul”, comemora.

“Durante o passeio, o turista contrata os serviços de um fotógrafo profissional, em qualquer lugar do mundo, que disponibilizará os arquivos no nosso site. Quando já estiver de volta à sua casa, as pessoas compram as imagens que quiserem. Não há mais aquela preocupação em perder as fotos ou a máquina”, finaliza.

Vale ressaltar que, com este serviço, a Roverpix melhora a vida de fotógrafos em todo mundo, uma vez que oferece a todos uma grande oportunidade de aumentar seus rendimentos.

O aluno Romeu Bozzo Jr., CEO da 289Par, também chegou à ESPM com muitas dúvidas e um objetivo: investir em novos processos e tecnologias para o crescimento de uma das empresas do portfólio, a Z4 Executive Search, uma Consultoria de Recrutamento & Seleção de Executivos.

“A 289Par é uma empresa de participação e private equity, e seu modelo foi desenvolvido após eu ter participado do ‘Laboratório de Startups’, do CIC/ESPM. O Curso foi importante para avaliarmos nosso negócio pela visão do cliente, do mercado, e não mais exclusivamente pelas nossas análises e experiências. Foi fundamental em novos alinhamentos e até mesmo para a cultura de todas as nossas empresas e futuros projetos”, conta Bozzo Jr..

Para Guto Griecco, coordenador do Centro de Criatividade e Inovação da ESPM-SP, o curso oferece a vivência de como estruturar e viabilizar ideias inovadoras, conhecendo práticas que reduzem a incerteza e aumentam a chance de sucesso no planejamento e operação de novos negócios.

Da mesma forma que aconteceu com os alunos Caldeira e Bozzo Jr., o CIC/ESPM espera, em breve, apresentar novos cases de sucesso de alunos que serão orientados na terceira edição do Laboratório de Startups – intensivo.

Voltado para empresários e empreendedores que possuem uma ideia de negócio ou um projeto em fase inicial, o curso é ministrado e organizado pelo professor Marcelo Pimenta, jornalista, profissional de marketing, consultor e empresário com 20 anos de experiência, tendo sido um dos pioneiros do empreendedorismo digital no Brasil. Para tratar de temas específicos durante o curso são professores convidados: Nei Grando, autor do livro Empreendedorismo Digital; Diego Remus, editor-chefe do Startupi; Gustavo Santi,Sócio do Laboratorium; e Viviane Vilela, Diretora Geral do E-commerce Brasil.


Informações:
Curso: Laboratório de Startups – intensivo
Período das aulas: de 14 a 19 de outubro, de segunda a sábado
Horário: das 18h30 às 22h30 (segunda a sexta) e das 9h às 17h30 (sábado)
Local: Campus ESPM – Rua Dr. Álvaro Alvim, 123 – Vila Mariana – São Paulo/SP
Inscrições: www.espm.br/cic
Mais informações: (11) 5085-4600 ou centralinfo@espm.br

Alegria e colaboração são marca do Laboratório de Startups desde sua 1a edição

8/02/2013

Confira alguns testes básicos em um site de comércio eletrônico


Um dos piores erros de qualquer site nesse mundo é esquecer de testar suas funcionalidades principais. Em uma das consultorias que tivemos no StartCommerce aqui no E-commerce Brasil, encontramos uma empresária que não entendia porque o seu site não vendia. E ao simularmos uma compra no site, vimos que o botão "meu carrinho" não existia, o que deixava o consumidor confuso na hora de fechar o pedido. Eis o erro: o próprio dono não testa o seu site.

Testar o site além dos olhos de um empreendedor, é experienciar a usabilidade da trilha de compra com olhos de cliente, e não de vendedor. Vamos trocar a simpatia do design pela empatia de se colocar no lugar do outro.

Do basic to basic, um site de e-commerce deve testar alguns itens básicos, como a navegação em navegadores diferentes, combinações de plataformas e a usabilidade nos smartphones. Ok, mega básico, mas quem o faz e ainda não viu, muitas lojas pecam em esquecer de dar aquela "checada" básica após fazer alguma alteração. Escreveu, não leu...

Fazer uma pequena alteração na sua loja pode mudar todo o formato atual de uma página, e o impacto pode ser negativo em diferentes navegadores. O que aparece no Google Chrome é diferente do que aparece no Internet Explorer 7, por exemplo. Uma alteração sem checagem embaça a comunicação entre páginas e dificulta a visualização do cliente. Um errinho básico pode ser fatal para causar o abandono do carrinho.

Os varejistas estão se esforçando para deixar seus e-commerces mais amigáveis nos dispositivos móveis. Seja no tablet ou no smartphone, o comércio eletrônico brasileiro ainda tem muito a evoluir, mas ao mesmo tempo já vemos grandes marcas dando exemplo de como se faz. Nem preciso citar quais são, basta experimentarem para ver a diferença. Das abordagens nos dispositivos móveis se dão nos diferentes modelos, como CSS e código HTML. E na lógica, o caminho que a maioria segue, é em busca de um modelo onde o site se ajusta rapidamente na tela do dispositivo, deixando o visual mais bonito, atrativo e instigante num primeiro momento, mas ao começar a navegação, peca pela ausência de usabilidade e praticidade na mudança de uma tela para outra.

O desafio é grande. São muitos tamanhos de telas de dispositivos e várias versões para o sistema operacional Android. E mesmo com testes mais fáceis nos dispositivos da Apple, o caminho para desenvolver algo para os apple lovers também é complexo, mas não impossível.

Mas afinal, o que testar ?
- As alterações no conteúdo, como banners, imagens, destaques e notícias;
- Formatação das mudanças dentro do style sheet do CSS;
- Ao adicionar qualquer conteúdo que apareça nas telas de checkout;
- Alterar as definições que podem afetar o seu check-out, tais como pagamentos, os dados coletados, carrinho, links ou promoções de check-out;
- Adicionando ou removendo links. Teste regularmente as páginas cruzadas que podem quebrar se um item é removido ou uma promoção expirar;
- Promoções: Verifique se você não está promovendo artigos expirados do seu estoque;
- Mudanças de navegação no site;
- Modificações do modelo da plataforma;
- Formulários adicionados ou modificados;
- As alterações nas configurações de entrega;
- Os cupons promocionais acrescentados;
- Mudanças no processo de longin;
- Landing pages adicionadas ou removidas;
- Novas campanhas de publicidade que apontam para páginas de destino específicas;
- Atualizações de sistema, softwares ou aplicativos;
- Mudanças nos principais navegadores ou sistemas operacionais que afetam os seus clientes, como as atualizações do Windows, Internet Explorer, os principais lançamentos do Chrome, Safari e Firefox.

São tantos pontos que podem ser destacados que podemos listar vários outros por aqui. O mais importante é testar tudo aquilo que pode afetar negativamente o seu site.

Existem diversas ferramentas pagas para testar o seu site e empresas que oferecem soluções para garantir a segurança contra os erros básicos de um e-commerce. Mas para quem ainda não pode gastar com isso, fica a dica dos principais pontos para serem testados.

Teste mínimo:
No mínimo, testar os principais navegadores que você vê no seu analytics, no Windows 7 e 8, e no Apple OS X. Estes devem incluir, pelo menos, os dois últimos grandes lançamentos destes navegadores:
Internet Explorer;
Safari;
Chrome;
Firefox.

E para celular, teste nos seguintes dispositivos o navegador padrão:
Google Android: Existem muitos para recomendar dispositivos específicos, escolher uma tela menor e um tablet maior. Escolha mais, se possível, dados o números de variações.
A Apple IOS: No iPhone 4, iPhone 5, iPad e iPad Mini.
Telefones como Windows e BlackBerry.

Finalizar uma atualização no seu site e dizer que está pronto sem realizar testes não significa segurança, é imprudência demais quando estamos lidando com negócios. E as funções protetoras da internet não protegem os negligentes. Afinal, não somos máquinas, somos humanos por trás de tudo isso. Vamos testar!

Fonte de informações para esse post: Practical Ecommerce
Imagem: Raremile

O combinado não sai caro nos negócios


Eis a grande chave para manter a harmonia, sinergia e evitar problemas nos processos e relacionamentos dentro e fora do negócio.

O combinado com a equipe (e com você mesmo):
O primeiro andar de comprometimento de um negócio é interno, com a equipe (ou com você mesmo, no caso "eukeep"). E como toda evolução é de dentro pra fora, assumir a responsabilidade do prometido/combinado é essencial para que tudo dê certo, sem tomar o tempo dos outros (o tempo é precioso!), para que a sinergia perdure com os seus funcionários, fornecedores, parceiros, clientes e amigos.

São propostas fechadas que devem ser cumpridas. Coisas básicas como:
- Chegar no horário combinado - tenha a sua agenda sempre em dia. Cumpra com os seus compromissos pessoais e sempre deixe uma margem de horário entre um compromisso e outro caso aconteça algo no meio do caminho que pode te atrasar.
- Não se atrasar para reuniões - é na reunião onde se perde tempo. Por isso lembre-se de que tem um grupo de pessoas esperando por você para começar a produzir e tomar decisões importantes. Caso a reunião não seja importante para você, não se comprometa com ela.
- Prometer somente o que pode ser entregue - não dá pra prometer vinho se você não tem nem água para transformá-la. A equipe, parceiros, clientes e projetos contam com o seu potencial produtivo para fazer acontecer e fechar um combo de entregáveis redondinho.
- Realizar entregas nas datas combinadas - não tem coisa pior do que esperar por algo. Seja uma pessoa, um serviço ou produto. Por isso tome cuidado ao prometer uma entrega. Isso pode limar toda a confiança do seu trabalho com outras pessoas caso você não consiga cumpri-la.
- Fazer o seu trabalho (cada macaco no seu galho) - você se comprometeu a realizar a pintura e não a moldura. Se já tem uma responsabilidade específica por quê assumir a responsabilidade de outra pessoa que já está fazendo tal tarefa? Respeitar o espaço do outro dá margem para que cada um desenvolva o seu potencial, na sua área/departamento.

O combinado com o fornecedor:
- Passar o briefing certo (nem sempre é perfeito, mas podemos melhorar, né?);
- Definir datas dos entregáveis e respeitá-las (de ambas as partes);
- Dar o apoio que foi oferecido ao fornecedor naquela reunião presencial;

O combinado com o cliente:
- Pegar um briefing já definido (esse pode mudar milhões de vezes- evitar a troca de pedidos é essencial para economizar tempo e evitar refações);
- Combinar somente o que pode ser entregue, pois prometer para o seu cliente que a cor do cabelo dele irá ficar castanho acinzentado e só ter tinta pra pintar de vermelho púrpura não é nada legal. Lembre-se também quantas "pernas" a sua empresa tem.
- Jamais esquecer da ata da reunião - é a ferramenta que salva qualquer ausência ou pedido a mais. Ter as definições documentadas por email para ambas as partes é mais do que ético - é seguro.

Evitando problemas
Nada como uma agenda cheia bem organizada para que nada saia do controle e você não deixe ninguém "na mão" pelo simples fato de algo ter atrasado algum processo que impacte o comprometimento no final.

Para isso, existem diversas formas de gerenciar o tempo. Seja via teoria de Covey (com os 7 hábitos) ou via GTD (Getting Things Done). Colocar em prática qualquer teoria é essencial.
Colaboração @carolinasudati :
Aprenda a dizer não no fim.
Acho que esse é o grande segredo do "combinado não sair caro".

Fica a primeira dica do ano para todos que já tenham passado por algum "calote" no tempo. Afinal, tudo é aprendizado e o comprometimento envolve a confiança, devoção pelo que faz, ética e respeito com o tempo do próximo. Fique esperto!

7/19/2013

Cachorro que tem dois donos morre de fome

Estipular funções, responsabilidades e metas em conjunto ajudam a atingir objetivos e evitar falhas.

Quem nunca passou pela situação de ter que resolver um problema de ultima hora? Quem nunca viu algo passar batido entre uma equipe? Quem nunca enfrentou um deadline matador do tipo "pra ontem"? Quem nunca? Coisas desse tipo acontecem por alguma falha no processo e na estrutura de uma organização, denominadas "anomalias". Isso pode acontecer em qualquer lugar, em um grupo de amigos que organizam uma viagem, em uma família, empresa, ou qualquer organização cujo grupo seja de 5, 15 ou de 300 pessoas. O erro é sempre entre deixar de definir tarefas, funções, cargos e responsabilidades ou simplesmente identificar a "anomalia" e deixar de solucionar o problema.

No livro "Gerenciamento da rotina de trabalho do dia-a-dia." Falconi mostra exatamente quais são os pontos crucias que evitam os erros e que nos fazem encontrar as anomalias óbvias do nosso-dia-a-dia.

Por quê?
Se você trabalha, é porque alguém precisa do resultado do seu trabalho.
Todos nós trabalhamos para nos ajudarmos mutuamente a sobreviver.


Organização
Para sobreviver, o ser humano se organiza de diversas formas:
Se olharmos qualquer tipo de organização, seja ela uma família, um grupo de amigos, uma ong, uma universidade, teremos responsáveis por diversas tarefas separados em áreas específicas. Agora vamos pensar o todo como se fosse uma empresa.

Qualquer empresa no mundo, tem como missão, em 1º lugar, suprir alguma necessidade da humanidade.

Para cumprir a missão, a empresa deve ter uma organização desenhada, com funções e cargos hierárquicos, sejam eles verticais ou horizontais.
Funções:
1- Gerências: direção, gerenciamento, assessoramento.
2 - Operacionais: supervisão, operação.

Chegando no ponto do comprometimento individual, Falconi aborda que toda pessoa que tem noção da autonomia e responsabilidade deve pensar como se fosse o presidente da empresa. O que você pode fazer pelo seu cliente final? Você está comprometido com o seu trabalho/função/empresa/ humanidade?
- Ter autonomia:
Exercer autoridade sobre o seu processo
Ter inciativa própria

- Ter responsabilidade:
Atingir as metas necessárias para a satisfação das pessoas que dependem do produto do seu trabalho.

Estipular metas em conjunto

Falconi propõe uma metodologia muita parecida com design thinking, onde todos os envolvidos em uma organização se reúnam em torno de um quadro, cartolina ou flip chart, com canetas, post-its, etc, para elaborarem juntos uma estrutura, seja ela para a empresa ou de um projeto específico com todos os envolvidos e suas competências para fazer acontecer.

Após aplicada e metodologia onde todos construíram juntos, é hora de correr para o plano de ação, estipular metas, prazos, objetivos, tarefas, pessoas e seguir esse plano de ação autêntico de cada empresa fielmente.

Seguir o plano de ação (5W 1H):

Finalizando: o "cachorro que tem dois donos morre de fome" porque os donos não se organizam para a determinada função, esquecem de colocar ração, esquecem do cachorro (humanidade) e o coitado, tadinho, não merece esse fim por simples falta de atenção na hora de determinar quem vai fazer o que, quando, onde, porque e como.

7/18/2013

Quem trabalha muito não tem tempo de ganhar dinheiro


Já se foi a época em que trabalhar dia e noite, finais de semana e feriados era sinônimo de sucesso e resultava no verbo “ganhar” dinheiro. Afinal, para quê nós trabalhamos? Por que nós trabalhamos? Para quem nós trabalhamos?

São perguntas que devemos nos fazer todos os dias, de preferência no início do dia, para ter noção do que estamos fazendo e para quem (sempre estamos fazendo algo para alguém, nosso trabalho sempre resulta em algo para a humanidade ou meio ambiente).

Time is money!

Eis que vivemos em um mundo conectado à diversas ferramentas que, de início, teriam o propósito de facilitar as nossas vidas e o nosso trabalho no dia a dia. Mas não vale jogar a culpa em redes sociais, ferramentas, pessoas, reuniões ou métodos antigos de trabalho. Devemos lembrar também do acumulo de tarefas, da falta de planejamento, das ausência de prioridades, no multitasking e na força do hábito (sim, na força, assim brutal mesmo) humano individual.

Já dizia o pai da administração Peter Drucker ““Quem não sabe administrar seu tempo não pode administrar qualquer outra coisa.” É um tapa na cara daqueles que sempre reclamam da vida, da falta de tempo, de que está trabalhando muito e que a vida anda muito corrida e difícil. Alá, gente! Depois da agenda vem o diário de bordo, de vida, como ele está? Qual será o final da história (profissional e de vida)?

Pois bem, existem diversas maneiras de planejar e fazer acontecer. Não que eu seja um expert em aproveitar o tempo (também estou aprendendo), mas venho melhorando a cada dia depois de boas orientações, muito estudo e treinamentos de liderança que me ajudam bastante nesse quesito. Mas vamos ao ponto: como mudar? O que precisamos fazer para aproveitar melhor o tempo, trabalhar menos e ganhar mais dinheiro? r: só você saberá como.

Peter Drucker diz que nós devemos transformar atividades-chave da produtividade em hábito em nossas vidas. E para transformá-las em hábito (o que é difícil) devemos lembrar constantemente e exercitá-las no nosso dia-a-dia, como na tabuada, onde ficávamos várias vezes repetindo as contas até memorizar que 6 x 6 resulta 36.

Além de transformar o hábito, devemos ter consciência do que estamos fazendo, para que, instintivamente, possamos produzir mais. Drucker deixa algumas perguntas para nossa reflexão:

1. O que eu estou fazendo que não precisa ser feito?

2. O que eu estou fazendo que poderia ser feito por outra pessoa?

3. O que eu estou fazendo que apenas eu posso fazer?

4. O que eu deveria fazer que não estou fazendo?

Descentralizar já!

O problema de muitos “líderes” é que eles querem ter controle sobre tudo, sobre custos, atendimento, relacionamento, produção, entregas, comunicação, tudo! Esse líder acha que sem ele as coisas não andam, mas na verdade, é uma pessoa que não confia na sua equipe, na sua rede, e acaba por não delegar tarefas que poderiam ser realizadas com a mesma ou maior qualidade que ele mesmo. A confiança é essencial em qualquer tipo de relação humana. Just try!


Reuniões dos infernos!

Outro grande problema da produtividade são as reuniões sem sentido e com pessoas que não tem nada a ver com os temas discutidos. Quem nunca? Vamos deixar esse tema de reuniões para um próximo post. Mas já fica aqui o título: matem as reuniões!

Convidar convocar pessoas que não tem nada a ver com as reuniões é um grande erro. Por mais que algumas pessoas se sintam “desmerecidas” por não serem convidadas, vale ao menos um email do tipo “iremos nos reunir para discutir assinto x. se achar que vale a sua participação, sinta-se à vontade para participar. caso não, enviaremos a ata da reunião posteriormente.” – pimba! Tá resolvido.

Agenda, calendário, relógio, despertador e o kct, são todas as ferramentas que nos ajudam sim a controlar e planejar melhor o tempo. Mas de nada irá ajudar se não transformarmos nossos hábitos mais pequenos e cruciais na hora de trabalhar para fazer acontecer. Eis o paradigma que devemos quebrar “eu não consigo” para: “sim eu consigo”.

Já foi confirmado que ser workaholic, nos dias atuais, não é sinônimo de sucesso. Se você não ganha dinheiro, não curte a sua família, seus amigos, sua comunidade e sua própria vida, é melhor repensar quanto tempo você trabalha.

“Falta de tempo é desculpa de quem perde tempo por falta de métodos” Albert Einstein.

Indicação de leitura: O Gerente Eficaz, Peter Drucker.

Imagem: sfnewtech

6/05/2013

Laboratório de Startups: Curso Intensivo reúne teoria e prática de validação de negócios

Participantes terão a oportunidade de apresentar suas ideias de negócios a uma banca de investidores

As incertezas são muitas quando surge a perspectiva de um novo empreendimento: será que vai dar certo? Como começar? Como conseguir investimento?

Foi justamente com o objetivo de responder a essas e a tantas outras questões que o Centro de Inovação e Criatividade da ESPM criou o curso “Laboratório de Startups”, que, em junho, realiza sua próxima turma.

Os participantes terão uma semana de contato com ferramentas e metodologias que ajudam na criação de startups, desenvolvimento de clientes, validação de hipóteses, prototipação, modelagem de negócios, mentoria e outros temas que envolvem o caminho do empreendedorismo. E já estão confirmados como mentores Nei Grando (autor do livro Empreendedorismo Digital), Diego Remus (editor-chefe do Startupi), Gustavo Santi (Sócio do Laboratorium) e Viviane Vilela (Diretora Geral do E-commerce Brasil).

No último dia os alunos apresentarão seus negócios para uma banca de investidores com reais chances de captação de recursos. E como preparação haverá uma oficina de pitch (como apresentar uma ideia).

Voltado para empresários, empreendedores e para quem possui uma ideia de negócio ou um projeto em fase inicial, o curso é ministrado e organizado pelo professor Marcelo Pimenta, jornalista, profissional de marketing, consultor e empresário com 20 anos de experiência, tendo sido um dos pioneiros do empreendedorismo digital no Brasil, também é Sócio fundador da Conectt S/A e líder de equipe do Laboratorium – Projetos Inovadores. Curador de empreendedorismo da Campus Party e co-autor dos livros Ferramentas Visuais para Estratégias e Tendências na Comunicação.

As inscrições vão até o dia 14 de Junho de 2013 (sexta-feira), pelo linkwww.espm.br/cic e as aulas acontecem de 17 a 22 de Junho de 2013. As vagas são limitadas.

Informações Laboratório de Startups - Intensivo
Inscrições: até 14 de Junho de 2013 (sexta-feira) – vagas limitadas
Período de realização: de 17 a 22 de Junho de 2013, segunda a sexta-feira, das 18h30 às 22h30 e no sábado, das 9h às 17h30
Local: ESPM – R. Dr. Álvaro Alvim, 123 – Vila Mariana – São Paulo/SP

Como se inscrever: pelo link www.espm.br/cic

Outras informações: www.espm.br/cic ou centralinfo@espm.br ou (11) 5085-4600

5/24/2013

Mapa térmico indica áreas de maior circulação nas lojas e favorece ações de marketing e vendas

Imagem: reprodução site

Novidade da Virtual Gate indica a densidade no fluxo de movimento e abre novas oportunidades de readequação no ponto de venda

Mais uma oportunidade de turbinar os negócios chega ao mercado com a solução Hot Zone, que traz novas visões do negócio mostrando ao varejista um retrato fiel do seu estabelecimento. Seus indicadores permitem, por exemplo, analisar rapidamente o impacto de uma alteração do layout interno da loja.

Desenvolvida pela Virtual Gate, empresa especializada em fazer com que o varejista aumente suas vendas por meio da gestão do fluxo de consumidor e da taxa de conversão, o Hot Zone abre novas oportunidades ao varejista que precisa alocar determinados produtos nas melhores áreas da loja, produtos que precisem de giro ou negociar com fornecedores as áreas que comprovadamente atraem mais clientes.

A solução Hot Zone traz novas visões do negócio que mostram ao varejista um retrato fiel do seu estabelecimento, com indicadores que permitem, por exemplo, analisar rapidamente o impacto de uma alteração do layout interno da loja

“Por meio do Hot Zone o varejista conta, ainda, com informações preciosas do comportamento dos clientes dentro da loja, que devem ser usadas para melhorar a experiência de compra e consequentemente, aumentar o faturamento. Com uma análise especializada das informações apuradas pelos sistemas da Virtual Gate é possível definir estratégias de crescimento de acordo com o fluxo de pessoas no ponto de venda”, explica Heloísa Cranchi, diretora geral da Virtual Gate. “Dessa forma, o varejista consegue aproveitar ao máximo o potencial do negócio. Com o Hot Zone, por exemplo, é possível entender quais são as linhas de produtos que precisam de ações promocionais para atrair os consumidores”, conclui.

Varejistas como C&A, Pernambucanas, Vivo, Telhanorte, Leroy Merlin, Livraria Cultura,Cybelar, Shoestock, Nokia, Via Uno, Reebok, Cantão, Redley, L'Occitane, Lacoste, Kate Spade estão entre seus clientes.

5/23/2013

A importância da motivação no setor público para o mercado

Falar do mercado privado é muito bacana e tals, ainda mais quando citamos exemplos de quem está fazendo algo bacana e com diferencial, que se tornam referências no mercado para nos inspirarmos a realizar um serviço cada vez melhor. Mas taí um setor no qual nos limitamos a elogiar e muito menos nos inspirar, pelo menos no Brasil - o setor público.

Eis que lidar com mercado é também depender, de alguma maneira, do serviço público. Seja por uma simples nota fiscal ou contrato que você irá assinar em cartório, você irá lidar com o serviço público uma vez ou outra. E pensar em serviço público, é lembrar de funcionário acomodado. Eis um paradigma que devemos quebrar e pensar de uma forma diferente, que existe sim muita gente boa à serviço da humanidade.

Abaixo, um texto muito bacana da Dra. Isabel Macarenco sobre o tema:
Os funcionários do setor público, como qualquer outro, tem horários, atividades e prazos a serem cumpridos e também precisam ser motivados para que assim possam apresentar um ótimo trabalho, com comprometimento e satisfação.

“Motivação vem de motivar a ação. E, parte das motivações que o ser humano tem está relacionada a estímulos externos referentes à gestão da empresa ou órgão em que ele trabalha. Mas como motivar no setor público? Não é muito diferente, a empresa pode propiciar motivação por meio de políticas de administração de pessoal, benefícios, prêmios, gratificações, bônus, horário flexível. Outros estímulos externos referem-se ao espaço físico, relacionamentos interpessoais e um plano de educação”, afirma Isabel Macarenco, doutora em Gestão, Comunicação e Pessoas e palestrante e membro do Instituto Brasileiro de Educação em Gestão Pública (IBEGESP).

Dra. Isabel explica que nem sempre as expectativas dos colaboradores/servidores serão atendidas na sua totalidade, então se entende que, parte da motivação que serve de pilar para o exercício das atividades pode ser estimulada a partir do próprio indivíduo. “O caminho da motivação individual baseado na autoresponsabilidade e liderança pessoal, amplia o interesse pelo desenvolvimento, clarificação de objetivos individuais, busca de conhecimento, valorização do perfil de competências, perspectivas de novos espaços de contribuição, metas e projetos para desenvolvimento individual. A ampliação da visão e do significado do trabalho do servidor pode estimular a importância do papel do servidor, que reconhece suas habilidades e faz uso de seus talentos para contribuir.”

Para a Dra., muitos abdicam da responsabilidade de seu papel e conquista de seu espaço social porque ignoram a importância da construção de um projeto de vida pessoal e profissional.“Resultados acontecem quando há vontade do indivíduo em querer gerar melhorias sendo estimulado pelo uso das próprias capacidades. Criamos experiências de acordo com o que acreditamos. Assim é com o aspecto do trabalho do servidor público, tudo dependerá do que ele acredita”, enfatiza.

Assim, trabalhar em um órgão público pode de fato ser gratificante quando uma nova consciência favorece atenção, vigilância e uso de novos conhecimentos. Não é necessário esforço extra, mas vontade consciente e crença no poder de contribuição. Ser capaz de criar um novo conceito de espírito público e sentir-se gratificado por isto não depende de conhecimento intelectual, mas de experimento.

Indagada sobre a dificuldade de motivação dentro de um órgão público, Dra. Isabel reforça que não é tão simples, mas que pode ser desafiador. Isso porque novos conceitos de mapeamento de competências e de educação corporativa estão construindo um espaço adequado para novas regras e crenças que servirão de matrizes para a construção de uma nova realidade. “Deve ser um plano de governo alimentado pelos planos institucionais e defendido por servidores que querem explorar novas possibilidades e novas facetas do sentido de servir.”

E, se motivar um funcionário público pode ser complexo, uma vez motivado ele pode desenvolver melhor o seu trabalho e apresentar ótimos resultados. Para isso, a palestrante do IBEGESP recomenda que o servidor público se veja como tal e comece pensando em outro sistema de crenças que adquira novas experiências e novas perspectivas de renovar a confiança na construção de um Brasil moderno.

Dra. Isabel Macarenco - Doutora pela Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo (ECA/USP) no Programa de Ciências da Comunicação, área de Interfaces Sociais da Comunicação; Mestre em Educação, Cultura e História da Arte; Professora Titular na FECAP; coordenadora da Escola de Desenvolvimento Gerencial da Universidade Corporativa do Sindicato dos Contabilistas de São Paulo e Coautora dos livros Comunicação Empresarial na Prática (2ª edição) eCompetência: a essência da liderança pessoal (2ª edição), ambos pela Editora Saraiva.

5/02/2013

Pesquisa revela posturas bem diferentes nas mídias sociais


Segundo pesquisa realizada pelo Nube, opinião de jovens fica dividida quando o assunto é postura nas redes sociais

As empresas podem acessar seu perfil nas redes sociais? Essa pergunta foi feita na última enquete realizada pelo Nube, entre os dias 18 e 19 de abril, com o intuito de avaliar o comportamento das pessoas em relação a uma mídia relativamente nova, mas presente na vida da maioria. Acompanhe o resultado e conheça o pensamento e postura tomada pelos jovens.

A pesquisa , feita no site do Nube, englobou internautas entre 15 e 26 anos e contou com mais de dois mil votantes. Diante das cinco alternativas, três delas, bem diferentes entre si, ficaram equilibradas. São elas: “Sim, permito o acesso, pois é uma forma de melhorar a seleção”, com 35,18%; “Não, a minha vida pessoal é diferente da profissional”, com 29,09% dos votos e “Depende dos objetivos dessa observação”, com 20,97%.

Tal resultado demonstra o fato de ainda haver muita polêmica envolta do uso das redes sociais como ferramenta complementar para os processos seletivos.“Os dados da enquete mostram essa divisão de opiniões. No entanto, a utilização dos sites de relacionamento para aprimorar as seleções nas empresas é uma realidade internacional e, por aqui, também já é tendência”, afirma Henrique Ohl, analista de treinamento do Nube.

Para ele, independentemente de a vida pessoal ser, ou não, separada da profissional, devemos ficar atentos. Afinal, do outro lado do computador, nem sempre encontraremos uma pessoa com uma opinião igual a nossa. “Consequentemente, a melhor estratégia é cuidar da nossa imagem nas mídias sociais, de forma a ambos os grupos observarem nosso perfil e terem boas impressões”, comenta.

O analista não enxerga necessariamente o bloqueio do perfil como ponto negativo. Segundo ele, a escolha é do candidato e a imagem deixada vai depender muito da área de atuação. Por exemplo, para segmentos relacionados à comunicação, a ferramenta pode servir como portfólio. “Uma dica é fazer um perfil em redes sociais corporativas”, aconselha Ohl. Já para outros ramos, ter ou não um perfil acessível digitalmente, por enquanto, costuma ser indiferente.

Na enquete ainda foram citadas as opções: “Sim, se estou em uma rede social, quero ser visto”, com 8,21%, e, em último lugar, com 6,55%, “Não, isso é invasão de privacidade”.

Apesar dos diferentes pensamentos, é preciso sempre não exagerar e adotar uma postura "cuidadosa". As redes sociais devem ser vista como uma ferramenta e, como tal, precisam ser utilizadas de maneira adequada.

Serviço: Segundo pesquisa realizada pelo Nube, opinião de jovens fica dividida quando o assunto é postura nas redes sociais.

Fonte: Henrique Ohl, analista de treinamento do Nube

FPA e FES debatem classes sociais


O Brasil passou por profundas transformações na última década, em particular com a ascensão social de dezenas de milhões de pessoas. Novos nomes e conceitos tentam capturar tais fenômenos: Classe C, nova classe média, nova classe trabalhadora, batalhadores, (sub)proletariado, pobres, dentre outros.

Para compreender este movimento, a Fundação Perseu Abramo (FPA) e a Fundação Friedrich Ebert (FES) promovem um ciclo de debates sobre classes sociais. Uma série de nove encontros está prevista, com o objetivo de analisar com profundidade temas como: as classes sociais no Brasil hoje, o capitalismo contemporâneo, quem é, o que pensa e como luta a “nova classe”, e as mudanças em curso e os desafios para a esquerda.
Estão previstos nove debates com pesquisadores e especialistas no tema, com início hoje (2), às 9h30, e encerramento em outubro deste ano. Os eventos serão fechados ao público, mas contarão com transmissão online, e em tempo real, por meio do portal da FPA. O formato proposto envolve uma apresentação inicial do convidado, com duração aproximada de 30 minutos, seguida de debates com todos os participantes.

O primeiro convidado é o cientista político, professor da Universidade de São Paulo (USP) e jornalista Andre Singer, que debate o Lulismo e seus aspectos para o desenvolvimento das classes sociais.
Serviço:
Debate sobre classes sociais
Convidado : André Singer (USP)
Data: dia 2 de maio
Hora: 9h30
Transmissão online: www.fpabramo.org.br

4/26/2013

Digital Week ESPM - 6 a 10 de maio

Acontecerá em São Paulo entre os dias 06 a 10 de maio, o Digital Week ESPM.

Evento voltado para tratar das últimas tendências sobre o marketing digital e E-commerce. Uma iniciativa da ESPM para fomentar o conhecimento no setor.
Aproveite a oportunidade e participe!
Saiba mais no site:  www.espm.br/digitalweek